ESCOLA DE FORMAÇÃO DE ACTORES PARA TEATRO

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Inscrições Abertas

https://www.youtube.com/watch?v=CJAelJRvL10

Este curso contempla o domínio das artes de palco, numa prática de educação artística generalizada: corpo, movimento e voz.
O objectivo deste curso é desenvolver nos participantes um conhecimento da prática teatral. Serão desenvolvidos um conjunto de trabalhos relacionados com o corpo, a dança, a expressão corporal, a voz, a improvisação, processos criativos e interpretativos.
O curso é dirigido tanto a quem pretende ter uma formação base em teatro, como a quem tenha interesse ou curiosidade pela área.

Idade mínima: 18 anos
Duração: Outubro 2016 a Julho 2017
Horário: quartas e quintas-feiras das 20 às 23 horas

Movimento/Dança:
Ser actor é ser capaz de utilizar todas as capacidades expressivas do corpo, desde a voz à expressão facial e até aos mínimos detalhes do movimento do corpo. Neste módulo os alunos terão a oportunidade de desenvolver o seu potencial físico e qualidades criativas para que possam mais tarde vir a ser aplicados na construção da personagem.
O domínio do movimento abrange questões de natureza técnica e questões de natureza artística que se interligam constantemente. A capacidade motora depende de factores como alinhamento dos segmentos corporais, flexibilidade, relaxamento, coordenação, energia, desenvolvimento muscular, resistência aeróbica. Esta consciência física é o terreno a partir do qual se constroem os níveis expressivos do movimento tais como dinâmica, ritmo, espontaneidade, criatividade, versatilidade, projecção artística.
As aulas abordarão todos estes aspectos essenciais de forma integrada, e incluirão, a par com a prática, as informações teóricas que se julguem relevantes. Tem-se por objectivo que os alunos, após o termo do curso, possam ficar com conhecimentos práticos e teóricos que lhes permitam continuar a evoluir, seja praticando individualmente seja inscrevendo-se em aulas formais.
Todos os conteúdos serão ministrados através de exercícios no chão, em pé e com deslocação. Haverá o cuidado de estabelecer exercícios adaptáveis às possibilidades de cada aluno para que cada um os possa executar consoante a sua condição física e o seu nível etário.
Capacidade motora: Trabalho específico para diferentes tipos de aquecimento nomeadamente aquecimento aeróbico / Exercícios de alinhamento, técnicas de relaxamento, educação das sensações para perceber a posição dos segmentos corporais no espaço (propriocepção), equilíbrio / exercícios para aumento da flexibilidade / Orientação espacial do corpo e orientação espacial do movimento, espaço próprio (cinesfera) / Doseamento da energia, esforço eficiente / Velocidade de reacção, de deslocação e de execução / Coordenação de movimentos e coordenação intermuscular / Movimentos de contracção e alongamento, transferências de peso, mudanças de suporte, movimento sequencial, movimentos com origem no centro do corpo, adequação rítmica, memória física.
Capacidade criativa: Movimento espontâneo e adequado como resposta a estímulos de diversas naturezas / Análise e escolha dos movimentos mais adequados ao tema em estudo, noção de progressão e de desenvolvimento de um tema / Análise da dinâmica do movimento, alternância entre as dinâmicas, ritmo do movimento e alternância de ritmos, foco, projecção artística.
Interacção e movimento: Relacionamento espacial com os outros com e sem contacto, domínio das trajectórias / Interacção com objectos no espaço exterior e interacção com objectos integrados no espaço próprio / Capacidade de observação das informações provenientes do grupo e reacção motora adequada.

Estudo da voz:
Experimentar diferentes sonoridades a partir da ressonância corporal, aprender os ritmos e as articulações vocais, localizar a projecção da voz no espaço e as velocidades e desenvolver a capacidade de rentabilizar a voz.
a) aprendizagem e repetição de um “alfabeto” de acções físicas precisas(acções que mobilizam todo o corpo e que activam os impulsos vocais).
b)“abertura” vibratória da voz através de “viagens vocais” colectivas e individuais.

Técnica de Alexander: Esta técnica não está apenas relacionada com postura ou relaxamento, é um trabalho que proporciona ao actor os meios para prevenir, de forma consciente, as reações habituais e automáticas que possam interferir no seu desempenho e crescimento. Quando livre destes padrões habituais de tensão, aprende-se a reagir sem medo e a expressar-se de forma mais criativa. Tornamo-nos conscientes de como funcionamos enquanto indivíduo e também capazes de observar e expressar as diferenças entre nós mesmos e a personagem que interpretamos.

 

Direcção e concepção cénica:
Conceitos e técnicas com base na prática teatral, empregando um conjunto de exercícios previamente identificados. Estes exercícios tendem a confrontar o aluno com o trabalho de concepção e estimular o amadurecimento de um discurso artístico próprio. Consolidação dos conhecimentos adquiridos ao nível da interpretação de um texto e da construção de personagens. Criação de um tema teatral e respectiva apresentação pública.

Técnicas do actor:
Partindo da noção do corpo como instrumento de trabalho, desenvolve-se um trabalho técnico e sensorial permitindo a procura da verdade nos movimentos que caracterizam acções, explorando sentimentos e a sua transversalidade. Estudos práticos e intensivos do movimento, daquilo que queremos transmitir utilizando tudo o que está ao nível do corpo, mente e espírito.
Dramaturgia:
Análise do texto dramático em estudo, reflexão autor/encenador/público sobre a forma experimental que o texto pode assumir. Trabalhar uma componente prática constituída na elaboração do projecto dramatúrgico elaborado ou escolhido para uma encenação (exercício final).

Professores:

Módulo Movimento/Dança:

Manuela Soares

Manuela Soares é licenciada em Arquitectura e Mestre em “Cor na Arquitectura” pela Faculdade de Arquitectura da Universidade de Lisboa. É formada em Dança pelo Conservatório Nacional de Lisboa, prática que aperfeiçoou nos cursos pré-profissionais do Ballet Gulbenkian e da Companhia Nacional de Bailado e em cursos e workshops em Portugal e no estrangeiro. Na sua formação em dança destaca Patrick Hurde, Anna Mascolo, Elisa Worm, Armando Jorge, Ruben Echeverría, Jorge Garcia e Pirmin Trecu (dança clássica), António Rodrigues, Vasco Wellenkamp e Karen Bell-Kanner (dança contemporânea), Rui Horta e Monika Saez (dança jazz). Teve experiência como bailarina em obras clássicas e contemporâneas donde destaca Quebra-Nozes com o Ballet Gulbenkian em 1977, Grand Pas-de-Quatre em 1982 a convite de Pirmin Trecu e a sua participação na formação do Grupo de Dança Contemporânea, em 1974, orientado por António Rodrigues onde interpretou trabalhos deste coreógrafo. Colaborou com a Companhia de Dança Contemporânea de Setúbal (CeDeCe) como assistente da direcção e designer gráfica entre 1994 e 2000, tendo escrito o texto guião do bailado O Aprendiz de Feiticeiro ou … aconteceu! montado por esta companhia em 1997. Estudou matérias afins à dança tais como: mímica com Adam Darius, análise e notação do movimento (Benesh e Laban) com Maria Bessa, Gil Mendo e Els Grelinger e formação musical na Escola de Música do Conservatório Nacional. Aprofundou a compreensão do movimento do corpo com o estudo de alinhamento estrutural e a prática de Taichi chuan com Maria Bessa e António Rodrigues, que ampliou com a prática de yoga e meditação transcendental. Estudou pedagogia da dança clássica com Barbara Fewster e Sallie Lewis (R.A.D.) e pedagogia da técnica Graham com António Rodrigues e Karen Bell-Kanner. Desde 1980 tem-se dedicado ao ensino e à produção de conteúdos artísticos em diversos âmbitos e para variados escalões etários. Leccionou educação visual e desenho no ensino Básico e Secundário. Foi assistente convidada no Departamento de Dança da Faculdade de Motricidade Humana de 1987 a 1993, onde ensinou dança clássica, técnica Graham, pedagogia da dança clássica, produção artística em dança (coreografia, iluminação de cena e maquilhagem de cena) e notação do movimento. Desde 2004 é professora de alinhamento estrutural, improvisação e filosofia do movimento na Academia de Dança Contemporânea de Setúbal. Ensina também dança clássica, contemporânea e improvisação no âmbito não profissional da dança, para diferentes níveis etários, tendo sido responsável pelo grupomDANÇA entre 1998 e 2003 para o qual criou vários bailados, cenários e figurinos. Ao longo destes anos tem desenvolvido um interesse cada vez maior pela procura de processos mais eficientes para desenvolver a capacidade motora no âmbito da actividade artística, nomeadamente no ensino da dança.

Técnica de Alexander:

Roberto Reveilleau, graduado em Educação Física pela Universidade Gama Filho, com especialização em Arteterapia pela Universidade Candido Mendes no Rio de Janeiro, entrou em contacto com a Técnica Alexander em 1986 e desde então vem pesquisando este trabalho. Graduou-se como professor da Técnica Alexander no Constructive Teaching Centre, Londres em 1992. Teve a oportunidade de estudar com Walter Carrington (1915-2005) e Dilys Carrington (1915-2009), diretores do Constructive Teaching Centre, a mais antiga escola de formação deste método.

Dramaturgia contemporânea (criação)

Rui Neto, nasceu em Lisboa em Junho de 1979. Licenciado em Teatro/Formação de Actores, pela Escola Superior de Teatro e Cinema. Mestrado em Ciências da Comunicação – Comunicação e Artes – pela FCSH da Universidade Nova de Lisboa. Em 2010, foi um dos actores seleccionados para a XIX edição da Nova École des Maîtres. Estreou-se como actor, em 1999, com o espectáculo O Achamento, uma encenação de Madalena Wallenstein. Desde então, trabalhou com encenadores como João Garcia Miguel, Joaquim Benite, Carlos J. Pessoa, Carlos Gomes, Celso Cleto, Matthew Lenton, Álvaro Correia, João Mota e João Lourenço. No cinema participou em Mistérios de Lisboa, de Raul Ruiz e na curta-metragem de Inês Oliveira O Nome e o N.I.M.. Em televisão, tem integrado regularmente os elencos de novelas e séries para os diversos canais nacionais. Tem desenvolvido, paralelamente ao trabalho de actor, projectos na área da escrita e criação teatral, com os espectáculos Luto, Worms (financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian 2013) e Mechanical Monsters(financiado pela Fundação Calouste Gulbenkian 2015), tendo com estes projectos integrado a programação de diversos teatros e marcado presença nos festivais FITEI e Temps d’Image. Encenou Huis Clos, de Jean-Paul Sartre e A Cabeça Muda, de Cláudia Lucas Chéu (financiado pela GDA e pela Direcção Regional de Cultura do Algarve). Autor do livro Luto / Worms, os seus primeiros textos para teatro, pela editora Caleidoscópio em 2015.

Módulo Interpretação e corpo

Eduardo Frazão

Eduardo Frazão, nasceu no dia 22 de Novembro de 1977 em Lisboa.
Iniciou a sua formação como actor em 1993 com António Feio e em 1996 decide fazer a licenciatura em estudos teatrais em Évora. Como actor profissional inicia-se em 1998 com a companhia PIM ! TEATRO e é em Évora também que leva a cena a sua primeira encenação, a partir do texto de Spelling Bee de Phillip Vassalo. Desde 1996 tem pisado os palcos de teatro de Norte a Sul do País com a média de 2 peças de teatro por ano. Até 2013 era no Teatro e sobretudo no Cinema que o ator tinha a visibilidade do grande público e o respeito dos profissionais de ambos os sectores. Na TV a visibilidade e reconhecimento do público em geral pelo seu trabalho surge com a Série “Filhos Do Rock” da autoria de Pedro Varela para a RTP 1.
Pela sua entrega e excelência na interpretação com o personagem João Miguel Prazeres, (Garrafa) em “Os Filhos do Rock” o ator foi galardoado com o Prémio Lumen 2014 na categoria de ator revelação. No cinema trabalhou com realizadores como: Joaquim Leitão em “20-13”, Fernando Vendrell em “O Jogo Da Glória” com Bruno Canas e Filipe Homem Fonseca em “Má Onda” com Paolo Marinou Blanco em “Mudar de vida”, com N.J. Silva em “Gotas de Alma”, com Hugo Diogos em “ Tempo de duas músicas” com Zézé Gamboa em “O Grande Kilapi” com Jorge Cramez em “Feliz Aniversário”, “X” e em “O Capacete Dourado”. No Cinema foi distinguido em 2007 com o prémio de melhor actor, no XI Festival de Cinema Luso-Brasileiro de Santa Maria da Feira, pelo seu desempenho na longa-metragem “O Capacete Dourado”, e que o levou ao Festival del Film de Locarno. A Sua Interpretação no Filme valeu-lhe ainda nesse ano a nomeação para o Globo de Ouro – na Categoria melhor actor cinema.

Módulo concepção cénica direcção e dramaturgia:

João Rosa, entre 2001 e 2005 dirigiu o Fórum Cultual onde produziu, criou peças de cariz experimental enquanto ator e encenador, performances como “Zé das Couves” comédia musical de cariz popular, “Chapelinho Rosa Shock” teatro infantil musical baseado na história do Capuchinho Vermelho, “As Férias” teatro mudo(performance teatral de rua) e “Brain Storm” baseado nos textos de William Shaskespeare, Oscar Wilde, Eurípedes e Brecht e “Os bonecos” de Almada Negreiros. Nesse mesmo ano encenou o espetáculo “E Sexo?! Não se fala de Sexo? …” baseado no livro de Isabel Stilwell (Guia para ficar a saber ainda menos sobre as mulheres) no teatro da Trindade sala estúdio. Em 2006 criou a peça com objetivos de itinerância, “Desassossego” uma comédia sobre as relações amorosas, estreou no Auditório do IPJ Parque das Nações passando por Viseu, Leiria, Azambuja, Covilhã, Lagos, Benavente, Beja, Portalegre, Setúbal, Entroncamento, Vila Franca de Xira e Abrantes. Enquanto docente encenou os seguintes trabalhos: “A Enfermaria” uma ideia a partir do filme “Voando sobre um ninho de cucos”, “Dissonâncias Instaladas” de Hélder Costa e Rodrigo Corte, “Degraus” baseado nas vivências dos participantes das oficinas de Teatro sénior, “Os Miúdos” uma reflexão sobre o sem-abrigo, “A Varanda de Frangipani” de Mia Couto, “Zibaldone” adaptação teatral de vários autores da poesia portuguesa, “Salomé” de Oscar Wilde, “Peer Gynt” de Henrik Ibsen, “Grupo de Vanguarda” de Vicente Sanches, “A vida é sonho” de Calderon de La Barca, “Romeu e Julieta” de William Shakespeare. No Teatro Nacional São Carlos, participou na Opera “Salomé”, “Siegfried” conjunto da tetralogia de Wagner temporada 2008/2009, “Die Walkure” de Richard Waguer e “Maria de Buenos Aires” opereta de Astor Piazzolla temporada 2006/07. Em trabalhos de produção própria criou “Galgar com tudo por cima de tudo” de Fernando Pessoa e Álvaro de Campos na Comuna Teatro de Pesquisa e está em digressão Nacional (2013/2015), “Ode Marítima” Fernando Pessoa/Álvaro de Campos no Auditório Camões (2012-1013), “O crime de Aldeia Velha” Bernardo Santareno Palácio da Independência (2011), “A casa de Bernarda Alba” Federico Garcia Lorca Palácio da Independência (2010), “O café” de Carlo Goldoni no teatro A Barraca (2009) e “Antes de começar/os bonecos” de Almada Negreiros um espectáculo itinerante Lisboa, Peniche e Viseu (2005).

Módulo técnicas e direcção do actor:

Catarina Gonçalves, desde a sua estreia em televisão em 2003, participou em séries e telenovelas – Ana e os 7, Morangos com Açúcar, Mistura Fina, Serranos, Bando dos 4, Tu e Eu, Floribela, Chiquititas, Feitiço de Amor. No teatro em 2015 protagonizou o monólogoGalgar Com Tudo Por Cima De Tudo de Fernando Pessoa e Álvaro de Campos no Teatro da Trindade na Sala Principal (reposição). Participou em A Vida é Sonho de Pedro Calderon De La Barca (Nov. e Dez de 2014) encenado por João Rosa, ainda em 2014 levou o monólogo por si interpretado ao pequeno auditório do Rivoli Teatro Municipal no Porto e à sala do Teatro Sá Da Bandeira em Santarém. Em 2013 estreia o monólogo Galgar Com Tudo Por Cima De Tudo de Fernando Pessoa e Álvaro de Campos na Comuna teatro de Pesquisa encenado por João Rosa. Em 2010 A Casa de Bernarda Alba Texto de Federico Garcia Lorca, no Palácio da Independência em Lisboa encenado por João Rosa. Participou também em O Professor de Darwin de Hélder Costa, no Teatrocinearte A Barraca; Antes de Começar de Almada Negreiros (digressão nacional); Desassossego de João Rosa e Catarina Gonçalves no IPJ Parque das Nações e digressão nacional.
Estreia-se em Teatro com a peça E Sexo? Não se Fala de Sexo? de Isabel Stilwell, no Teatro da Trindade.
Como locutora dá voz a inúmeros spots publicitários para rádio, televisão, cinema e internet. Foi voz institucional da Rádio Europa.
Dirige várias oficinas e workshops de teatro a crianças, jovens e adultos.
Nos últimos anos tem a seu cargo a direcção de actores do curso de formação de actores da Oficinas Teatro Lisboa na Casa do Artista.

Local de Formação: Casa do Artista, morada: Estrada da Pontinha nº7. 1600-582 Lisboa

Projectos do curso e apresentações: Serão desenvolvidos vários projectos onde são aplicados os conhecimentos adquiridos ao longo do curso. São projectos de investigação/criação que culminarão com um exercício/espectáculo final.

Apresentação Final: Julho de 2017
Custo da Matrícula: 10,00€
A inscrição só é validada após o pagamento da matrícula e a primeira prestação de Outubro (no caso de prestações).

Preço do curso:
€1.150,00
Modo de pagamento:
Pagamento total à data da primeira prestação do 1º mês de curso ou em prestações mensais.
(A pronto pagamento, desconto de 10%)
Em prestações:
O pagamento do curso (€ 1.150,00) poderá ser efetuado em dez prestações mensais de 115,00€ cada.

Inscrição:
Para realizar a sua pré-inscrição envie um e-mail para a nossa produção solicitando a ficha de inscrição, assim se iniciará o seu processo de inscrição.
Nota: após a inscrição os interessados serão alvos de uma entrevista de selecção.

Contacto: geral@oficinasteatrolisboa.com
Tel: 213 261 350 | Telm:­ +351 934 512 418 

No Final do Curso será entregue um Certificado e avaliações finais.

Coordenação Geral: Catarina Gonçalves

Instalações da Casa do Artista