EM CARTAZ

Estreia:
3 de Dezembro 2009 às 21:30 Teatrocinearte A BARRACA
Espectáculos:
De 3 a 19 de Dezembro de quinta a sábado. Não se realiza espectáculo dia 4 e 12 de Dezembro 2009.
Sinopse:
Ponto de observação social, espaço para comércios, tudo começa no café que se vende. É um negócio a funcionar como um observatório, ponto de concentração a cada momento das “intrigas” e informações em circulação e desenvolvimento. É o reflexo de um estádio de desenvolvimento embrionário que confronta modernos valores oficinais e éticos, e os vícios boémios do mundo herdado. Jogo e mulheres, vida improdutiva com manias aristocratas e ainda “candidatos”…
Epítome:
Este trabalho nasce do interesse de adaptar um texto setecentista numa estória igual a tantas outras dos tempos actuais. O nosso “O Café” simboliza ou pretendemos que simbolize o mundo actual, encontros e desencontros. Uma critica social com humor, despertando no público a esperança, perdão e honestidade. O bem e mal estão muito bem delineados por dois personagens, um que pretende e é honesto ajudando o próximo e o outro criando artimanhas e contra-informação ou não fosse um candidato…
Elenco:
Artur Assunção, Delfina Costa, João Pires Silva, Helena Duarte, Lurdes Vinagre, Manuela Meireles e Manuel Maduro
Encenação:
João Rosa
Bilhetes
Normal - € 7,50
€ 5,00 – Menores 25, Maiores 65, Profissionais Espectáculo, Estudantes, Reformados e Grupos + 15 pessoas
Preço Especial à Quinta-Feira: € 5,00 | Para reservas: producoesteatrais2@gmail.com ou Tel. nº 93 823 85 65.
Dramaturgia:
Lurdes Vinagre e João Rosa
Encenação:
João Rosa
Direcção de Cena:
Catarina Gonçalves
Iluminação
Bruno Duarte
Cenografia
Azulino Marques
Fotografia
João Torres
Em cena dias:
De quarta a sábado, 3, 4, 5, 9, 10, 11, 16, 17, 18 e 19 Dezembro 2009 no Teatrocinearte A BARRACA
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Programa Performativo João Rosa Oficinas de Teatro
para a Inauguração da Livraria Ler Devagar Abril 09
Morada: LX Factory Rua Rodrigues Faria, 103 Alcântara Lisboa | Transportes: Autocarro 12; 24; 52; 56; 60; 713; 714; 720; 727; 732; 738; 742; 751; 773 | Eléctrico 15E, 18E Stop: Calvário | COMBOIO Linha Cascais Stop: Alcântara Mar
Dia 24
14:00
Grupo “A Velha Escola” e João Rosa Apresentam 2 performances instalação
“O Velhinha” A história dum sem abrigo de Autoria de Manuel Maduro
Sinopse: Trata-se de um indivíduo que por força das circunstâncias caiu na rua, transformando-se num sem abrigo e devido à indiferença e ao isolamento, decidiu confiar apenas na lua no sol e no padre cruz, e assim luta pela sobrevivência noite após noite.
Interpretação: Manuel Maduro
“A varanda de Frangipani” Adaptação teatral de Lurdes Vinagre e Manuela Meireles do livro de Mia Coto (trabalho criado nas Oficinas de Teatro enquanto alunas)
Interpretação: Lurdes Vinagre e Manuela Meireles.
Excerto:
- É uma coisa que nunca encontrei ocasião de dizer. É que nós, brancos, parece temos as pilas pequenas.
- Também ouvi dizer assim. Mostra lá sua, Xidimingo.
- Está maluco? Não posso mostrar… Você se quer, espreita.
- É verdade.
- É verdade, como?
- É quase um bocadinho pequena.
Performance realizada na Feira do Livro
16:00
Grupo “A Velha Escola” e João Rosa apresentam 1 performance instalação
Excerto “Erôstrato“ de Pedro Barbosa (trabalho criado nas Oficinas de Teatro enquanto aluna)
Sinopse: Homem nascido com defeitos físicos e que, por circunstâncias da vida, foi obrigado a aproveitar-se desses mesmos defeitos para ganhar a vida, fazendo rir os outros. (PALHAÇO) Mas há dias e dias. Nuns apetece fazer rir e noutros falar de coisas sérias. Entra em cena ridiculamente vestido. Vai assobiando e olhando em seu redor. Faz algumas graças e desloca-se com dificuldade pois tem uns grandes sapatos calcados para trás. Nas costas carrega uma grande corcunda. Tem nariz grande, óculos e grandes lábios. Transporta consigo alguns apetrechos.
Interpretação: Delfina Costa
Performance realizada na Feira do Livro
18:00
Grupo “A Velha Escola” e João Rosa Apresentam 1 performance
Excerto do texto “O Príncipe de Spandau” de Helder Costa (trabalho criado nas Oficinas de Teatro enquanto aluno)
Sinopse: A divulgação e a denúncia destes crimes através da arte é uma maneira de fazer chegar às pessoas esta ignomínia, que continua a envergonhar a humanidade, assim como a cegueira e a má fé de todos quantos continuam a usar estes instrumentos de tortura e de grande sofrimento. Não podemos ficar indiferentes perante situações tão graves como estas, por isso a sua denúncia e condenação.
Interpretação: João Pires Silva
Performance realizada na livraria (máquina)
20:00
João Rosa (Oficinas de Teatro) apresenta 1 Performance
“A Liberdade” Textos de Bertold Brecht, in Canções e Baladas e ainda Ricardo Reis, in “Odes”
Sinopse: Uma criação artística sobre o tema 25 de Abril. Amigos, gostaria que soubésseis a Verdade e a dissésseis! Não como cansados Césares fugitivos: Amanhã vem farinha! Mas como Lenine: Amanhã à noitinha Estamos perdidos, se não…
Interpretação: (corpo feminino) Joana Nunes, Sónia Lança, Maria Inês, Maria João Neves, Sofia Tavares, Liliana Leite e Sandra Silva. (corpo masculino) André Pita, Pedro Ferreira, Roger Madureira, Bruno Manuel e Ricardo França.
Performance realizada na livraria (máquina)
Dia 25
17:00
Alunos das Oficinas de teatro apresentam 1 performance Instalação
“Bramidos” uma colagem de vários autores (1º exercício teatral)
Interpretação: Rita Garcia, Cátia Farrópas, Lourenço Charters, Carla Martins, Pedro Santana, Ricardo Lemos, Nuno Louzeiro
Performance realizada na livraria (máquina)
19:00
João Rosa (Oficinas de Teatro) Apresenta 1 performance criação de André Pita
“O Teatro” de Emma Santos
Sinopse: Um corpo acorda e revê-se a si próprio em mais um dia que lhe passa diante dos olhos como um flash de uma máquina fotográfica aquando da tirada de uma fotografia. O corpo como tema central da sua existência, o corpo que se deforma que envelhece. O corpo como característica e expressão da dualidade existente entre mundo interior e mundo exterior. Um corpo que nos fala do controlo de tudo o que o rodeia numa tentativa de organização da realidade e à mercê dessa mesma tentativa. Um corpo que releva os processos mentais quotidianos numa velocidade cognitiva.
Interpretação: André Pita
Performance realizada na livraria (máquina)
22:00
Aluno das Oficinas de teatro apresentam 1 performance Instalação
Excerto do texto “O Príncipe de Spandau” de Helder Costa (1º exercício teatral)
Sinopse:
Um prisioneiro nazi, louco, a roçar a esquizofrenia, imagina-se num castelo e ao mesmo tempo num campo de batalha, onde as suas Valquírias descem para ressuscitar os seus mortos para continuar a sua luta contra os judeus e todas as raças que não fossem consideradas puras.”Na época de Wagner, os judeus eram odiados na Alemanha. Ter idéias anti-semitas era considerado normal. Tão normal que o nazismo de Hitler nasceria anos depois.”
Interpretação: Rui Ruivo.
Colaboração: André Pita, Pedro Ferreira, Roger Madureira, Bruno Manuel e Ricardo França, Liliana Leite e Sandra Silva.
Performance realizada na livraria (máquina)
Encenação e Coordenação:
João Rosa
Coreografia:
Joana Santos / Yann Gibert
Musica:
Carlos Alves
Produção:
Mariana Martins
Fotografia:
Patrícia Cruz
Maquilhagem:
Rita Pereira
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Dissonâncias Instaladas
Teatro Instalação performance
Sinopse:
Todos fazemos parte de uma experiência. A vossa será perseguir as Dissonâncias da vida que propomos. As personagens e a acção das Dissonâncias situam-se em vários ambientes desconfortáveis de algo que conscientemente perpetuamos. Fragmentos de cenas incompletas, completamente nutridas de sentido e sem qualquer tipo de interligação. São fragmentos dispersos que nos colocam perante as Dissonâncias da nossa sociedade, ou aquilo que fazemos dela.
Epítome:
Tudo grita e chora à nossa volta, somos todos náufragos numa jangada à espera do naufrágio. Luz e silêncio, desespero e fuga interior, emoções na luta do dia-a-dia, a impaciência da espera, do outro dia, das resoluções, da luta para viver.
Amanhã é dia oito e a merda do passe, o infantário, o telefone, a água, a prestação do carro , a gasolina , a inspecção, os seguros… E só me apetece fugir …deixar tudo para trás. Não importa para onde desde que deixe esta vida estúpida e banal esta vida medíocre que faz de mim um deplorável pateta. E compreender que as coisas passam, sucedem-se… onde estava o bosque é hoje o deserto, o pôr-do-sol, a rua, um passeio, um amante, não significam nada. Puta, barata, oferecida, vendida, meretriz delambida, rameira afectada, tartaruga de bordel, mas, sobretudo, puta.
O que é que estás a dizer?! Há vozes que ensurdecem. Rebentem os astros em cem mil pedaços. Calem-lhe a boca com o seu próprio lodo. Quero dar-lhe três tiros nos olhos, dois entre as pernas, cravejá-lo, cortar-lhe a linga, cinzelar-lhe o rosto…O senhor sabe bem que um povo com ideias é um povo perigoso. Temos de os convencer que o seu pensamento continua em inteira liberdade e independência. É a melhor forma de os controlarmos, ah, ah!…
Elenco:
Artur Assunção
Delfina Costa
João Pires Silva
Helena Duarte
Lurdes Vinagre
Manuela Meireles
Manuel Maduro
Encenação:
João Rosa
Bilheteira: €5,00.
Morada: LX Factory Rua Rodrigues Faria, 103 Alcântara Lisboa | Transportes: Autocarro 12; 24; 52; 56; 60; 713; 714; 720; 727; 732; 738; 742; 751; 773 | Eléctrico 15E, 18E Stop: Calvário | COMBOIO Linha Cascais Stop: Alcântara Mar
A capacidade do espaço é de 70 pessoas. Entrada só com reserva, contacto 93 823 85 65 ou producoesteatrais2@gmail.com
Espectáculo único no 26 de Fevereiro às 21:00 na CANTINA LX no espaço Lx Factory em Alcântara – Lisboa , a Não Perder!
Vídeo:

LX Factory
Antiga unidade industrial de Alcântara transformada em ilha criativa. Uma antiga unidade industrial de Alcântara está a ser «ocupada» por empresas e profissionais de áreas criativas, criando naqueles 23 mil metros quadrados a «LX Factory», uma ilha onde impera a criatividade. Neste momento funcionam na LX Factory cerca de 30 empresas, entre agências de publicidade, uma revista de moda, ateliers de design e arquitectura, uma empresa que trabalha com jogos de computador, outra que comercializa material para montagem de exposições, músicos e um fotógrafo. Em breve, muda-se para um dos pisos do edifício principal, «um dos primeiros exemplos da arquitectura do ferro em Portugal», uma escola de dança.
Lusa / SOL
